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Integridade

Em um mundo competitivo e complexo, é muito fácil “se perder de si mesmo”. Fazemos concessões e abrimos mão da nossa própria natureza para buscar a atuação, a qualquer custo, no mercado de trabalho. Algumas pessoas fingem para si mesmas ou para os outros, que adoram o que fazem, seja por medo de perder status ou prestígio, perder sua posição ou não garantir a própria sobrevivência no emprego. Às vezes, fingem por anos a fio e, ao final, contemplam o desperdício que fizeram de suas vidas.

Muita gente diz que, atualmente, não podemos nos dar ao luxo de escolher o emprego ou a carreira (isso quando pensam em termos de carreira). Afirmam que é preciso pegar a primeira função que aparece. Abdicam de suas escolhas antes mesmo de tentar, e, por isso, transformam o que disseram numa profecia auto-realizadora. Sonhar, para elas, torna-se sinônimo de iludir-se. São essas pessoas as que entraram num curso universitário de uma carreira para a qual não tinham a menor aptidão, mas ouviram dizer que dava dinheiro. Vocação, em seus discursos, é utopia.

Em um mundo cada vez menos preocupado com a integridade, não ser íntegro consigo é, de fato, muito comum. Na medida em que adotamos a integridade como um valor importante em nossas vidas, passamos a encarar o respeito próprio com outros olhos. Mesmo que atravessemos dificuldades, teremos um elemento norteador para nossa existência, logo, ao escolher uma carreira profissional é muito importante:

Definir os valores que norteiam nossas vidas.

Esclarecer os princípios que governam nossas práticas.

Saber quem somos de verdade; e o que podemos, bem como ter consciência dos nossos limites; ou seja, saber o que queremos de fato.

Conhecer as fronteiras de nossa disposição. 

Como se faz isso? Cultivando nossa maturidade, que não significa obrigatoriamente mais idade, mas uma real disposição para trabalhar o autodesenvolvimento. 

Ao conhecer o seu perfil comportamental, você poderá construir muitas opções em sua vida, potencializando seu talento e aumentando suas chances de ser feliz. Poderá escolher a carreira mais adequada ou adequar-se àquela já escolhida e, possivelmente, iniciada. Em qualquer alternativa, há custos e benefícios.

Saber mais traz mais responsabilidades. É importante que tenhamos clareza de que somos os únicos responsáveis por nossa carreira e que, de alguma forma, teremos que “pagar” por isso. Normalmente, o que difere é a forma: à vista ou a prazo. Porém, o resultado é sempre o mesmo. 

Que tal fazermos uma reflexão sobre alguns pontos que exigem nossa energia e definem uma vida equilibrada? 

Os 7 pontos essenciais devem ser:

 Condicionamento Físico, Alimentação, Família, Finanças, Trabalho, Educação, Espiritualidade.

 

Fonte: http://site.myetalent.com.br/integridade/

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